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As cadeias fisiológicas
texto: Renan Costa Albuquerque (Fonte: Método Busquet)


A cadeia estática posterioré constituída por tecido conjuntivo, presente em aponeuroses, bainhas e ligamentos. Localizada na região posterior no tronco e póstero-lateral nos membros inferiores, ela gerencia o desequilíbrio anterior do corpo e ântero-medial dos membros inferiores.
A cadeia estática é responsável pela economia dos movimentos. Poderia ser chamada de esqueleto do movimento.

A cadeia de flexão faz parte da cadeia muscular responsável por todos os movimentos que envolvem flexão. Possui um trajeto longitudinal, anterior ao nível do tronco, posterior ao nível da coxa e, novamente, anterior ao nível da perna.
- No nível vertebral geram a cifose
- No nível da pelve gera a retroversão
- No nível dos joelhos gera o flexo
- No nível visceral pode estar em tensão em situações de espasmos viscerais, ptoses (quedas) e cicatrizes

A cadeia de extensão faz parte da cadeia muscular responsável por todos os movimentos que envolvem extensão e possui um trajeto longitudinal, posterior ao nível do tronco, anterior ao nível da coxa e, novamente, posterior ao nível da perna.
- No nível vertebral geram a lordose
- No nível da pelve gera a anteversão
- No nível dos joelhos gera o recurvato (hiperextensão dos joelhos)
- No nível visceral, pode estar em tensão em situações de congestões viscerais (aumentos de volume)

A cadeia de abertura faz parte da cadeia muscular responsável por todos os movimentos de rotação externa, abdução e supinação. Possui um trajeto oblíquo posterior ao nível do tronco, lateral (externo) ao nível da coxa e medial (interno) ao nível da perna e complementam a cadeia de extensão, quando em tensão.
O joelho varo pode ser o resultado da tensão constante apenas dessa cadeia ao nível dos joelhos. Já o pé cavo pode ser o resultado da tensão constante apenas dessa cadeia ao nível dos pés

A cadeia de fechamento faz parte da cadeia muscular responsável por todos os movimentos de rotação interna, adução e pronação. Possui uma trajeto oblíquo anterior ao nível do tronco, medial (interno) ao nível da coxa e lateral (externo) ao nível da perna e complementam a cadeia de flexão, quando em tensão. O joelho valgo pode ser o resultado da tensão constante apenas dessa cadeia ao nível dos joelhos, e o pé plano pode ser o resultado da tensão constante apenas dessa cadeia ao nível dos pés.

A cadeia neurovascular é a cadeia responsável por conduzir todo o complexo de vasos arteriais e venosos além dos nervos cranianos e periféricos. Essa cadeia é muitas vezes vítima das tensões geradas pelas outras cadeias fisiológicas. Essa cadeia estática se localiza no plano posterior profundo e faz o controle nervoso e vascular das outras cadeias fisiológicas.

A cadeia visceral se refere as cavidades viscerais craniana, da garganta, torácica, abdominal e pélvica. As cavidades viscerais do tronco (tórax, abdômen e pelve) contribuem para a estática humana através do equilíbrio das tensões. A cadeia visceral pode interferir no pleno funcionamento das cadeias musculares e pode gerar adaptações na estática (postura) da coluna tais como, hipercifose, hiperlordose e retificações. Tem relação com as retrações/espasmos (diminuições de volume) e desdobramentos (aumentos de volume) nas cavidades.


Após uma leitura escrupulosa da anatomia, Leopold Busquet destaca circuitos anatômicos a nível muscular, mas também ao nível da esfera visceral e craniana. Assim, a relação "contentor-conteúdo" é revelada pela primeira vez, demonstrando como as cadeias musculares são influenciadas e dependentes de tensões parasitas provenientes do conteúdo visceral, neurovascular e também emocional.